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Pesquisas Ecológicas de Longa Duração: Dinâmicas Biológicas e Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica do Médio Rio Doce – MG. Entomofauna e Herbivoria em Heliconia episcopalis.

Latest version published by Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr on Aug 26, 2017 Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr

O presente recurso apresenta um levantamento físico e biológico da entomofauna e herbivoria em Heliconia episcopalis, no Parque Estadual do Rio Doce, Médio Rio Doce, Minas Gerais, Brasil.Compila dados obtidos de 2000 a 2009.

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Universidade Federal de Minas Gerais (2017): Pesquisas Ecológicas de Longa Duração: Dinâmicas Biológicas e Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica do Médio Rio Doce – MG. Entomofauna e Herbivoria em Heliconia episcopalis.. v1.0. Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr. Dataset/Metadata. https://ipt.sibbr.gov.br/peld/resource?r=pesquisas_ecologicas_de_longa_duracao_dinamicas_biologicas_e_conservacao_da_biodiversidade_da_mata_atlantica_do_medio_rio_doce_mg_entomofauna_e_herbivoria_em_heliconia_episcopalis&v=1.0

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Metadata Rio Doce; Biodiversidade; Entomofauna; Inventário; Herbivoria; Heliconia.

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Ananda Portela
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Geographic Coverage

Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. Floresta Estacional Semidecidual Submontana (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, 1991). Floresta Estacional Semidecidual de Terras Baixas. (Oliveira-Filho & Fontes 2000)

Bounding Coordinates South West [-20, -42.9], North East [-19.22, -42.2]

Taxonomic Coverage

As espécies estão identificadas a nivel de morfoespécies, ordem (era), família (ae), ou gênero.

Order  Collembola,  Diptera,  Homoptera,  Hemiptera,  Homoptera,  Hymenoptera,  Lepidoptera,  Microlepidoptera,  Orthoptera,  Psocoptera,  Thysanoptera
Suborder  Brachycera,  Nematocera
Family  Trochilidae,  Acalyptratae,  Acroceridae,  Amatidae,  Asilidae,  Bombyliidae,  Calliphoridae,  Conopidae,  Cosmopterygidae,  Curculionidae,  Coleoptera,  Chrysomelidae,  Dolichopodidae,  Empididae,  Hesperiidae,  Muscidae,  Mycetophilidae,  Phoridae,  Pipunculidae,  Platypezidae,  Psychodidae,  Rhagionidae,  Sarcophagidae,  Staphylinidae,  Stratiomyidae,  Syrphidae,  Tabanidae,  Tachinidae,  Tephritidae,  Tipùlidae,  Therevidae,  Xylomyidae
Genus  Merosargus sp.,  Heliconia
Species  Heliconia episcopalis

Temporal Coverage

Start Date / End Date 2000-01-01 / 2009-12-31

Project Data

Cada planta de uma floresta possui diversos organismos associados. Alguns utilizam a planta como abrigo ou suporte e vários utilizam como alimento. Aqueles que utilizam tecidos ou substâncias da planta viva são considerados herbívoros. No entanto, aqueles que se alimentam de tecidos mortos da planta são considerados detritívos. Os efeitos da atuação de um ou outro tipo de organismo é bastante diferenciado na ecologia da planta. As plantas são muito ricas em substâncias que não estão diretamente relacionadas com os processos metabólicos normais: fotossíntese, respiração e crescimento. Estas substâncias químicas secundárias estão relacionadas com a imobilidade das plantas. Uma vez que elas não podem escapar das pressões ambientais pelo movimento, suas únicas defesas são estruturas físicas e composições químicas (Feeny 1976, Coley 1983, Zucker 1983). As plantas sempre estiveram sob pressão seletiva para escapar dos efeitos nocivos dos herbívoros, enquanto estes devem ter evoluído para estarem intimamente adaptados aos seus suprimentos alimentares (Edwards 1980, Lawton et al. 1984). Investidas de insetos em folhas são extremamente variáveis, contam com fatores como: condição nutricional da planta; envelhecimento da folha; níveis de defesa (químico e físico); entre outros (Lowman 1985). A perda foliar média causada por insetos varia sistematicamente entre espécies de planta e espécies de herbívoros, em resposta aos níveis e tipos de defesas da planta (Howlett 2001).Folhas mais jovens estão mais vulneráveis a herbivoria do que folhas maduras (Ribeiro et al. 1994). Em florestas tropicais, folhas novas sofrem grandes valores de perda de área foliar, 70% dos danos ocorrem nas folhas mais novas. As folhas mais novas são mais nutritivas e têm defesas estruturais menos avançadas do que as folhas maduras (Coley & Aide 1991, Howlett 2001). Estes padrões variam entre tipos florestais e biomas (Coley & Barone 1996, Ribeiro 2003). Segundo a maioria dos relatos, danos foliares em florestas, variam entre 3 a 10% de área foliar perdida, porém são dados baseados em estudos de curta duração (Lowman 1985). Em florestas tropicais, herbívoros removem de 10 a 30% da área foliar por ano (Howlett 2001). As taxas de herbivoria variam entre espécies de planta e espécies de herbívoro e dependem da: condição nutricional da planta, envelhecimento da folha e níveis de defesa da planta, entre outros (LOWMAN, 1985; HOWLETT, 2001). O gênero Heliconia é o único da família Heliconiaceae (Zingiberales), possui cerca de 200 espécies que ocorrem na região Neotropical e Malásia. As helicônias são ervas rizomatosas, com caules aéreos. As folhas têm limbos grandes e lanceolados (ANDERSSON, 1988). Substâncias secundárias de Helicônias não revelam toxicidade ou algum efeito inibidor aos fitófagos. No entanto, helicônias são pobres em nutrientes (AUEBRACH & STONG, 1981). Heliconia episcopalis, conhecida como Chapéu-de-frade, ocorre na Amazônia e no Sudeste do Brasil, em locais totalmente ensolarados ou com no máximo 70% de sombra. Sua inflorescência tem de 18 a 24 brácteas, com coloração vermelha nos 2/3 proximais esmaecendo para laranja-amarelado e amarelo-esverdeado no ápice (BERRY & KRESS, 1991). Alguns herbívoros que se alimentam sobre superfícies de folhas de Heliconia são protegidos por fragmentos de folhas que caem do dossel no sub-bosque, em cima do limbo foliar das Helicônias. As folhas caídas retêm umidade, até mesmo quando as porções descobertas do limbo secam entre as chuvas, tornando habitats ideais para larvas e adultos de insetos herbívoros. Estes se alojam entre a epiderme da Heliconia e o fragmento de folha caído (McCoy 1984). São larvas e adultos de Coleoptera, Chrysomelidae, da espécie Cephaloleia consanguinea e Chelobasis perplexa (Auebrach & Strong 1981, Gage & Strong 1981, McCoy 1984).Larvas de Microlepidoptera também utilizam-se do mesmo habitat (McCoy 1984).Heliconia episcopalis ocorre em grandes agregações. A parte aérea da planta apresenta tempo de vida limitado pelo término da floração, pela ocorrência de predação ou de danos causados por manipulação de vertebrados, chuvas, ventos e quedas de troncos e galhos. Por isso esta torna-se um recurso farto para espécies de animais decompositores.Observações preliminares no Parque Estadual do Rio Doce indicam que H. episcopalis tem uma dinâmica de crescimento clonal, com clones atingindo seu maior tamanho no final da estação seca e com grande mortalidade no início da estação chuvosa. Muitos insetos (larvas e adultos) são observados durante todo o ano nas manchas de H. episcopalis, mas a maioria parece ocorrer com maior freqüência em um determinado período do ano (estação seca), também são observados danos e cicatrizes causadas por herbívoros nos limbos foliares.

Title Dinâmica Biológica e Conservação da Biodiversidade na Mata Atlântica no médio Rio Doce -MG
Identifier PELD – site 4
Funding Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Processo 520031/1998-9, Edital 001/1997. Co-financiamento a partir de 2002 pelo Programa PROFIX/CNPq, processo 540552/2001-1
Study Area Description Sítio PELD04: Mata Atlântica e sistema lacustre do Médio Rio Doce. Pertencente à Bacia do Rio Doce. Inclui Parque Estadual do Rio Doce (PERD), e seus entornos. O parque possui uma superfície (ha) de 35.976.43 (Trinta e cinco mil, novecentos e setenta e seis hectares e quarenta e três ares) com perímetro de 120 km. Abrange três municípios sendo que Timóteo detém 14,1% (5085.26 ha), Dionísio 2,6% (93513 há) e Marliéria 83,3% (29956.04 ha).
Design Description COMPORTAMENTO DE MEROSARGUS Observações preliminares indicam que as espécies de merosargus utilizam material em decomposição desta planta para o desenvolvimento de suas larvas, e que pelo menos parte das cópulas ocorre próxima a estas plantas, em locais propensos para a postura dos ovos pela fêmea. Vários estudos de comunidades utilizaram a fauna associada a espécies de H., principalmente fauna fitotelmata que se desenvolve em suas bracteas (Seifert & Seifert, 1976; Seifert & Seifert, 1979) e os herbívoros que se alimentam de suas folhas e/ou brácteas (Seifert & Seifert, 1979; Strong, 1982). O presente recurso enriquece o campo de estudo acrescentando estudos relativos a fauna decompositora de pseudocaules. ENTOMOFAUNA ASSOCIADA À DECOMPOSIÇÃO DE PSEUDOCAULES Este trabalho teve como objetivo verificar a riqueza e composição da fauna que se desenvolve no interior do pseudocaule de H. episcopalis em decomposição; a correlação entre as espécies que desenvolveram em diferentes pseudocaules; e se espécies utilizam indiscriminadamente plantas de diferente status ou tiveram seus tecidos internos expostos por um corte. Este trabalho visa identificar os herbívoros e os danos foliares em H. episcopalis causados por eles. Além de danos físicos causados por vento ou queda de material vegetal do dossel e analisar a freqüência de danos e área foliar danificada no limbo por cada um destes herbívoros testando hipóteses de variação local e regional da herbivoria em H. episcopalis. PADRÃO DE OCORRÊNCIA DE ENTOMOFAUNA Neste trabalho procuramos identificar a variação da abundância das ordens de inseto e família de Diptera que ocorrem na Malaise das 10:00 às 18:00 horas. O recurso possui objetivo de comparar os dados obtidos de ocorrência e abundância de ordens entre duas manchas de Heliconia episcopalis em áreas com diferentes vegetações de dossel uma mata primária e a outra secundária; contrastar os dados obtidos para famílias de Brachycera e Cychlorrapha entre estas manchas de H. episcopalis; avaliar o padrão de coleta diário de insetos capturados em armadilhas Malaise. DANOS FOLIARES Diferenças nos padrões de herbivoria entre populações, estágios fenológicos da planta e idade das folhas podem refletir processos importantes para a dinâmica clonal relacionados com crescimento, sucesso no estabelecimento e manutenção de cada gene. BEIJA FLOR 1) Avaliar a importância de H. episcopalis como fonte de recursos para beija-flores no Parque Estadual do Rio Doce. 2) Verificar o efeito da polinização por beija-flores na produção de frutos de H. episcopalis.

The personnel involved in the project:

Principal Investigator
Julio Fontelle
Content Provider
Ana Americano
Content Provider
Cesar Neto
Content Provider
Flávio Castro
Content Provider
Ivan Costa
Content Provider
Julia Almeida

Sampling Methods

Foram estudadas duas populações de H. episcopalis. Uma delas, a primeira a ser encontrada, se situa próxima a entrada da trilha no Campolina e a outra ocorre no início da estrada no Porto-Capim. Ambas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. O acompanhamento das populações de H. episcopalis, assim como o experimento de atratividade dos pseudocaules de H. episcopalis e H. spathocircinata foram realizados em três áreas. Uma localizada no início da estrada do Porto Capim, outra no início da trilha do Campolina e uma terceira na Beira do Turvo, todas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. A população do início da estrada Porto Capim ocorre em uma área pequena, bastante inclinada e ensolarada, sendo Erithryna verna (em 2001) Aririba, Sumaúma e Pau de Leiteiro as espécies arbóreas mais comuns nesta área. A mata é baixa e secundária, as heliconias possuem em torno de 3m de comprimento, mas a densidade de módulos é grande. No Porto-Capim são muito comuns os indivíduos floridos. A população do Porto Capim ocorre em três manchas com áreas pequenas, apenas uma delas foi estudada. Está fica em um local bastante inclinado e ensolarada, próximo a uma estrada com pouca circulação. É uma área de vegetação secundária, sendo sumaúna e araribá as espécies arbóreas mais comuns no dossel que possui uma altura em torno de 12 m. Campolina ocorre mata alta e densa, em estágio sucessional mais adiantado, com dossel mais fechado e os módulos dispersos em uma área maior e mais plana. A população do Campolina ocorre terreno é plano e mais sombreado. Visualmente aparenta ser a população mais numerosa. Entre as espécies arbóreas que se desenvolvem nesta área destacam-se as figueiras e as sapucaias. As Heliconias se espalham por uma área grande e ocorrem em densidade moderada os módulos mais velhos estão em torno de 5m de comprimento. A população do Campolina ocorre em uma única mancha contínua bem maior que a do Porto Capim em uma área muito plana. Ela fica mais a pelo menos 80 m das bordas da mata, com o Rio Doce, a estrada que leva a Ponte Queimada e o Córrego Turvo. A vegetação é considerada primária, e entre as espécies arbóreas que compõe seu dossel encontramos gameleiras e sapucaias e aparentemente a riqueza de espécies arbóreas nesta área é bem maior que no Porto Capim. A população da Beira do Turvo fica muito próxima ao Campolina porém na outra margem do Córrego Turvo. A mancha fica a poucos metros do córrego e em média um metro acima de seu leito. Existem duas manchas próximas e muito pequenas. A mancha estudada fica bem próximo à estrada que leva à ponte queimada, e fica numa grota uns 15 metros abaixo da estrada, que ao contrário da estrada do Porto Capim tem um fluxo muito mais intenso de veículos. A vegetação do local foi bastante alterada, existem vestígios de uma ponte antiga e de uma estrada passando dentro da mancha de helicônias entretanto as árvores do entorno possuem grande porte (aproximadamente 25 m) o que aliado ao posicionamento do terreno fazem com que o local seja bastante sombreado. As helicônias se encontram apenas na parte baixa da grota e em terreno plano. Apenas no levantamento de recursos utilizados por espécies de Merosargus foram percorridas outras áreas além destas onde se encontram as populações de H. episcopalis. PADRÃO O acompanhamento das populações de H. episcopalis foi realizado em três áreas. Uma localizada no início da estrada do Porto Capim, outra no início da trilha do Campolina e uma terceira na Beira do Turvo, todas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. A população do Porto Capim ocorre em três manchas com áreas pequenas, apenas uma delas foi estudada. Está fica em um local bastante inclinado e ensolarada, próximo a uma estrada com pouca circulação. É uma área de vegetação secundária, sendo sumaúna e araribá as espécies arbóreas mais comuns no dossel, que possui uma altura em torno de 12 m. A população do Campolina ocorre em uma única mancha contínua bem maior que a do Porto Capim em uma área muito plana. Ela fica mais a pelo menos 80 m das bordas da mata, com o Rio Doce, a estrada que leva a Ponte Queimada e o Córrego Turvo. A vegetação é considerada primária, e entre as espécies arbóreas que compõe seu dossel encontramos gameleiras e sapucaias e aparentemente a riqueza de espécies arbóreas nesta área é bem maior que no Porto Capim. A população da Beira do Turvo fica muito próxima ao Campolina porém na outra margem do Córrego Turvo. A mancha fica a poucos metros do córrego e em média um metro acima de seu leito. Existem duas manchas próximas e muito pequenas. A mancha estudada fica bem próximo à estrada que leva à ponte queimada, e fica numa grota uns 15 metros abaixo da estrada, que ao contrário da estrada do Porto Capim tem um fluxo muito mais intenso de veículos. A vegetação do local foi bastante alterada, existem vestígios de uma ponte antiga e de uma estrada passando dentro da mancha de helicônias entretanto as árvores do entorno possuem grande porte (aproximadamente 25 m) o que aliado ao posicionamento do terreno fazem com que o local seja bastante sombreado. As helicônias se encontram apenas na parte baixa da grota e em terreno plano. Apenas no levantamento de recursos utilizados por espécies de Sarginae foram percorridas outras áreas além destas onde se encontram as populações de H. episcopalis. As áreas do PERD percorridas nesse levantamento foram Campolina (CA), Porto Capim (PC), Macuco (MA), Viveiro (VV), Beira do Córrego Turvo (BT) e Vinhático (VI) e o fragmento foi a Fazenda Sacramento (FS). DANOS FOLIARES 2003 Este trabalho esta sendo realizado com três populações de H. Episcopalis. Este relatório abrange resultados preliminares sobre duas populações, uma no início da estrada do Porto Capim, uma mata secundária queimada em 1967, e preservada desde então; e outra no início da trilha do Campolina, uma mata alta densa, no passado impactada por corte seletivo, mas em estágio sucessional mais adiantado que a mata citada anteriormente. Recentemente incluiu-se uma nova área, uma população na beira do Rio Turvo, próximo à estrada que corta o parque, sob influência da mesma. A população de H. episcopalis do Porto Capim ocorre em uma área pequena, bastante inclinada e ensolarada, sendo Ceiba pentancha e Centrolobium tomentosum as espécies arbóreas mais comuns no dossel desta área. A população de H. episcopalis do Campolina ocorre em uma área plana, com dossel mais fechado, os módulos ocupam uma área maior que a população do Porto Capim. Entre as espécies arbóreas que compõe o dossel do Campolina encontramos a Ficus sp e a Lecythis pisanis. Tanto no Porto Capim quanto no Campolina, encontra-se uma outra espécie de Helicônia, a qual ainda não foi estudada, Heliconia sparthocicirnata. No Porto Capim, as Helicônias são aparentemente mais baixas, em torno de 3m de comprimento, mas a densidade de módulos é aparentemente maior, assim como o número de plantas floridas. Na beira do Rio Turvo os clones foram marcados recentemente. BEIJA FLOR O Porto Capim situa-se na porção sul do Parque Estadual do Rio Doce, na borda da maior lagoa, Dom Helvécio. A mata é caracterizada por uma formação secundaria próxima a área de brejo. Além disso, possui árvores de portes variados, sendo a maioria característica de formação secundaria, com uma mancha de helicônias (H. episcolpalis, H. spathocircinata, H. aemygdiana) de tamanho expressivo. A área onde a Campolina situa-se é caracterizada por uma formação de mata do tipo primária, com figueiras (Ficus sp.) com mais de 20m de altura, com uma mancha relativamente grande de H. epicopalis e com a sobreposição de uma população de H spathocircinata. A fauna dessa localidade situada na parte central do parque, apresenta espécies ameçadas como Amazona farinosa (Papagaio-moleiro) e Brachyteles hypoxanthus (muriqui), e a maior parte da formação arbórea possui dossel com altura acima de 25m. O local de estudo foi escolhido dentro de uma população de helicônias, contida numa área de aproximadamente 1200 metros quadrados, que fica localizada numa área do Parque chamada Porto Capim, onde foram montados os círculos para amostragem das plantas, as análises de concentração de carboidratos no néctar, visitação por beija-flores e produção de frutos. Os dados de campo estão sendo coletados em cada estação (visitação) sendo 4 dias de observação. Com o sucesso das observações de campo e apoio logístico (transporte) achamos interessante trabalhar com mais uma área que e Campolina. Essa área e caracterizada como formação primaria, e possibilitara uma analise interessante entre taxas de visitações entre áreas primarias e secundarias.

Study Extent Foram estudadas duas populações de H. episcopalis. Uma delas, a primeira a ser encontrada, se situa próxima a entrada da trilha no Campolina e a outra ocorre no início da estrada no Porto-Capim. Ambas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. O acompanhamento das populações de H. episcopalis, assim como o experimento de atratividade dos pseudocaules de H. episcopalis e H. spathocircinata foram realizados em três áreas. Uma localizada no início da estrada do Porto Capim, outra no início da trilha do Campolina e uma terceira na Beira do Turvo, todas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. A população do início da estrada Porto Capim ocorre em uma área pequena, bastante inclinada e ensolarada, sendo Erithryna verna (em 2001) Aririba, Sumaúma e Pau de Leiteiro as espécies arbóreas mais comuns nesta área. A mata é baixa e secundária, as heliconias possuem em torno de 3m de comprimento, mas a densidade de módulos é grande. No Porto-Capim são muito comuns os indivíduos floridos. A população do Porto Capim ocorre em três manchas com áreas pequenas, apenas uma delas foi estudada. Está fica em um local bastante inclinado e ensolarada, próximo a uma estrada com pouca circulação. É uma área de vegetação secundária, sendo sumaúna e araribá as espécies arbóreas mais comuns no dossel que possui uma altura em torno de 12 m. Campolina ocorre mata alta e densa, em estágio sucessional mais adiantado, com dossel mais fechado e os módulos dispersos em uma área maior e mais plana. A população do Campolina ocorre terreno é plano e mais sombreado. Visualmente aparenta ser a população mais numerosa. Entre as espécies arbóreas que se desenvolvem nesta área destacam-se as figueiras e as sapucaias. As Heliconias se espalham por uma área grande e ocorrem em densidade moderada os módulos mais velhos estão em torno de 5m de comprimento. A população do Campolina ocorre em uma única mancha contínua bem maior que a do Porto Capim em uma área muito plana. Ela fica mais a pelo menos 80 m das bordas da mata, com o Rio Doce, a estrada que leva a Ponte Queimada e o Córrego Turvo. A vegetação é considerada primária, e entre as espécies arbóreas que compõe seu dossel encontramos gameleiras e sapucaias e aparentemente a riqueza de espécies arbóreas nesta área é bem maior que no Porto Capim. A população da Beira do Turvo fica muito próxima ao Campolina porém na outra margem do Córrego Turvo. A mancha fica a poucos metros do córrego e em média um metro acima de seu leito. Existem duas manchas próximas e muito pequenas. A mancha estudada fica bem próximo à estrada que leva à ponte queimada, e fica numa grota uns 15 metros abaixo da estrada, que ao contrário da estrada do Porto Capim tem um fluxo muito mais intenso de veículos. A vegetação do local foi bastante alterada, existem vestígios de uma ponte antiga e de uma estrada passando dentro da mancha de helicônias entretanto as árvores do entorno possuem grande porte (aproximadamente 25 m) o que aliado ao posicionamento do terreno fazem com que o local seja bastante sombreado. As helicônias se encontram apenas na parte baixa da grota e em terreno plano. Apenas no levantamento de recursos utilizados por espécies de Merosargus foram percorridas outras áreas além destas onde se encontram as populações de H. episcopalis. PADRÃO O acompanhamento das populações de H. episcopalis foi realizado em três áreas. Uma localizada no início da estrada do Porto Capim, outra no início da trilha do Campolina e uma terceira na Beira do Turvo, todas no Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Minas Gerais. A população do Porto Capim ocorre em três manchas com áreas pequenas, apenas uma delas foi estudada. Está fica em um local bastante inclinado e ensolarada, próximo a uma estrada com pouca circulação. É uma área de vegetação secundária, sendo sumaúna e araribá as espécies arbóreas mais comuns no dossel, que possui uma altura em torno de 12 m. A população do Campolina ocorre em uma única mancha contínua bem maior que a do Porto Capim em uma área muito plana. Ela fica mais a pelo menos 80 m das bordas da mata, com o Rio Doce, a estrada que leva a Ponte Queimada e o Córrego Turvo. A vegetação é considerada primária, e entre as espécies arbóreas que compõe seu dossel encontramos gameleiras e sapucaias e aparentemente a riqueza de espécies arbóreas nesta área é bem maior que no Porto Capim. A população da Beira do Turvo fica muito próxima ao Campolina porém na outra margem do Córrego Turvo. A mancha fica a poucos metros do córrego e em média um metro acima de seu leito. Existem duas manchas próximas e muito pequenas. A mancha estudada fica bem próximo à estrada que leva à ponte queimada, e fica numa grota uns 15 metros abaixo da estrada, que ao contrário da estrada do Porto Capim tem um fluxo muito mais intenso de veículos. A vegetação do local foi bastante alterada, existem vestígios de uma ponte antiga e de uma estrada passando dentro da mancha de helicônias entretanto as árvores do entorno possuem grande porte (aproximadamente 25 m) o que aliado ao posicionamento do terreno fazem com que o local seja bastante sombreado. As helicônias se encontram apenas na parte baixa da grota e em terreno plano. Apenas no levantamento de recursos utilizados por espécies de Sarginae foram percorridas outras áreas além destas onde se encontram as populações de H. episcopalis. As áreas do PERD percorridas nesse levantamento foram Campolina (CA), Porto Capim (PC), Macuco (MA), Viveiro (VV), Beira do Córrego Turvo (BT) e Vinhático (VI) e o fragmento foi a Fazenda Sacramento (FS). DANOS FOLIARES 2003 Este trabalho esta sendo realizado com três populações de H. Episcopalis. Este relatório abrange resultados preliminares sobre duas populações, uma no início da estrada do Porto Capim, uma mata secundária queimada em 1967, e preservada desde então; e outra no início da trilha do Campolina, uma mata alta densa, no passado impactada por corte seletivo, mas em estágio sucessional mais adiantado que a mata citada anteriormente. Recentemente incluiu-se uma nova área, uma população na beira do Rio Turvo, próximo à estrada que corta o parque, sob influência da mesma. A população de H. episcopalis do Porto Capim ocorre em uma área pequena, bastante inclinada e ensolarada, sendo Ceiba pentancha e Centrolobium tomentosum as espécies arbóreas mais comuns no dossel desta área. A população de H. episcopalis do Campolina ocorre em uma área plana, com dossel mais fechado, os módulos ocupam uma área maior que a população do Porto Capim. Entre as espécies arbóreas que compõe o dossel do Campolina encontramos a Ficus sp e a Lecythis pisanis. Tanto no Porto Capim quanto no Campolina, encontra-se uma outra espécie de Helicônia, a qual ainda não foi estudada, Heliconia sparthocicirnata. No Porto Capim, as Helicônias são aparentemente mais baixas, em torno de 3m de comprimento, mas a densidade de módulos é aparentemente maior, assim como o número de plantas floridas. Na beira do Rio Turvo os clones foram marcados recentemente. BEIJA FLOR O Porto Capim situa-se na porção sul do Parque Estadual do Rio Doce, na borda da maior lagoa, Dom Helvécio. A mata é caracterizada por uma formação secundaria próxima a área de brejo. Além disso, possui árvores de portes variados, sendo a maioria característica de formação secundaria, com uma mancha de helicônias (H. episcolpalis, H. spathocircinata, H. aemygdiana) de tamanho expressivo. A área onde a Campolina situa-se é caracterizada por uma formação de mata do tipo primária, com figueiras (Ficus sp.) com mais de 20m de altura, com uma mancha relativamente grande de H. epicopalis e com a sobreposição de uma população de H spathocircinata. A fauna dessa localidade situada na parte central do parque, apresenta espécies ameçadas como Amazona farinosa (Papagaio-moleiro) e Brachyteles hypoxanthus (muriqui), e a maior parte da formação arbórea possui dossel com altura acima de 25m. O local de estudo foi escolhido dentro de uma população de helicônias, contida numa área de aproximadamente 1200 metros quadrados, que fica localizada numa área do Parque chamada Porto Capim, onde foram montados os círculos para amostragem das plantas, as análises de concentração de carboidratos no néctar, visitação por beija-flores e produção de frutos. Os dados de campo estão sendo coletados em cada estação (visitação) sendo 4 dias de observação. Com o sucesso das observações de campo e apoio logístico (transporte) achamos interessante trabalhar com mais uma área que e Campolina. Essa área e caracterizada como formação primaria, e possibilitara uma analise interessante entre taxas de visitações entre áreas primarias e secundarias.
Quality Control ANOVA foi utilizada para verificar a significância da variação de abundância de cada amostra Para as análises estatísticas foram utilizadas as proporções médias de cada classe. Para o teste de significância, ANOVA, as proporções médias de cada classe foram transformadas para logarítimo ou raiz, buscando a distribuição normal e a homogeneidade das variâncias. 2004 As diferenças em vários parâmetros populacionais entre manchas de helicônias, meses e anos (como medida repetida) foram testadas utilizando-se uma análise de variância (ANOVA) com medidas repetida. Apenas as coletas realizadas em 2003 e 2004 foram utilizadas nesta análise (SOKAL & ROULF, 1995). Foram feitas distribuições em classes etárias e em classes de tamanho para cada local no último evento amostral, novembro de 2004, e foi feita uma análise gráfica dos resultados. Para testar se a abundância de cada taxa e do total de moscas coletadas foi estatisticamente diferente em cada uma das áreas, estação e ano de coleta foi utilizada novamente a análise de variância de medidas repetidas (ANOVA) (SOKAL & ROULF, 1995), entretanto, apenas as coletas de 2002 e 2003 foram utilizadas nesta análise e mês e ano foram analisados em conjunto, portanto, existiram apenas dois fatores, coleta e local. Para cada armadilha foram calculados Índices de Riqueza, Diversidade e de Equitabilidade de Shannon-Wiener de famílias de Diptera (MAGURRAN, 1988). Uma análise discriminante foi realizada para averiguar as semelhanças na composição e abundância das diferentes famílias entre os dois tipos de matas (ZAR, 1996). Para testar se houve diferenças no número de indivíduos atraídos e que nasceram de cada um dos tipos de pseudocaules e entre locais foi utilizada uma análise de variância de dois fatores (ANOVA) (ZAR, 1996). Análises de covariância (ANCOVA) foram feitas para testar o efeito do tipo de pseudocaule no tempo de desenvolvimento e no tamanho dos Merosargus spp. (ZAR, 1996). Além disso o efeito do tempo de desenvolvimento e do número total de indivíduos no tamanho dos espécimes obtidos no laboratório foram analisados graficamente e testados utilizando uma análise de regressão múltipla (ZAR, 1996)

Method step description:

  1. associação a pseudocaules Levados para Belo Horizonte onde todos os pedaços foram acondicionados em tubos de vidros, com identificação referente ao número da planta, sua permanência no campo e o número da réplica, fechados com filós e deixados expostos ao tempo, permanecendo ao ar livre sob efeito de raios solares e das chuvas, em uma área do Departamento de Botânica, anexa ao Instituto de Ciências Biológicas, onde ocorre incidência solar durante a segunda metade da manhã e início da tarde. Os tubos permaneceram suspensos por uma tela, o que não permitiu o contato dos mesmos com o solo. 2003 Não foram analisados resultados dos dados coletados na primeira semana de fevereiro de 2002, devido a queda de uma árvore em dois dos plots da área do CA. PADRÃO DE OCORRÊNCIA DE ENTOMOFAUNA Para testar se houve diferença entre locais na abundância de ordens e famílias de Diptera foi utilizado o teste t-Student. Quando foi necessário normalizar a amostra para o teste, usou-se o logarítimo na base 10 (Zar, 1984). Para avaliar se o houve diferença na abundância entre horários tanto para ordens quanto para famílias de Diptera, foi utilizado o teste Kruskal Wallis (Zar, 1984). DANOS FOLIARES As folhas já analisadas estão marcadas com uma etiqueta referente ao clone, presa com um fio de nylon no pecíolo, estas estão e serão acompanhadas no decorrer do tempo, para análise de acúmulo de danos. Estão sendo usadas classes de danos com proporções pré-definidas (Tabela 1). Estão sendo medidos o comprimento e a largura do limbo e o estado da folha é registrado (verde, esmaecida ou podre). Os danos são classificados por tipo de herbívoro, danos físicos e/ou outros (quando não for possível a identificação do dano). As folhas mais novas também são monitoradas, somente quanto à existência da presença ou não de dano, para posteriormente ser analisadas também. Algumas larvas encontradas se alimentado do limbo de clones foram observadas, para poder associar o seu comportamento ao dano na folha. Foram e serão coletadas larvas de herbívoros de Heliconia episcopalis achadas fora dos transectos, para o acompanhamento do seu desenvolvimento em laboratório e identificação.

Additional Metadata

Este recurso faz parte do projeto Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD). O projeto em questão reúne um conjunto de propostas de pesquisas ecológicas: aborda aspectos genéticos, faunísticos, florísticos, e limnológicos, da biodiversidade, além de elencar questões econômicas, sociais, e conservacionistas, envolvendo educação ambiental. “O Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (PELD) representa uma iniciativa pioneira e uma visão estratégica do Governo Federal, ao articular, desde 1999, uma rede de sítios de referência para a pesquisa científica no tema de Ecologia de Ecossistemas.” (CNPQ) O PELD têm como objetivo geral o desenvolvimento de estudos ecológicos de longa duração voltados ao inventário e propostas de conservação da biodiversidade de grupos de organismos aquáticos e terrestres, considerando-se os processos ecológicos responsáveis pela manutenção desta biodiversidade. Complementarmente, estudos voltados para os aspectos sócio-econômicos da região bem como um programa de educação ambiental foram conduzidos, visando particularmente uma avaliação dos principais impactos antrópicos da bacia, sua discussão com os diferentes segmentos da sociedade, na busca de propostas de solução e subsídios para a conservação e uso sustentável dos recursos naturais da região. “Atualmente, a rede PELD conta com 30 sítios de pesquisa distribuídos em diversos ecossistemas. Contando com um destaque orçamentário específico no Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal desde 2000, o PELD é executado pelo CNPq. Atualmente, conta com apoio financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e de onze Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. A sua estrutura de gestão é estabelecida pela Resolução Normativa nº 23/2011, que define os Comitês Gestor e Científico do Programa e as suas atribuições. São realizadas periodicamente ações de Acompanhamento & Avaliação dos projetos de pesquisa e do Programa, visando uma eficiente gestão do conhecimento gerado, assim como o constante aperfeiçoamento desta importante iniciativa.”(CNPQ)

Purpose Reaproveitamento dos dados por parte de estudantes, pesquisadores, poder público, e a sociedade em geral, para finalidades múltiplas. Compartilhamento de informações biológicas e ecológicas, com o intuito de possibilitar novas análises dos dados por outros pesquisadores, promovendo o desenvolvimento e evolução da ciência. Disseminar conhecimento ecológico, biológico, científico, e histórico. Estimular e promover o senso de importância da área de estudo.
Maintenance Description Quando for necessário
Alternative Identifiers https://ipt.sibbr.gov.br/peld/resource?r=pesquisas_ecologicas_de_longa_duracao_dinamicas_biologicas_e_conservacao_da_biodiversidade_da_mata_atlantica_do_medio_rio_doce_mg_entomofauna_e_herbivoria_em_heliconia_episcopalis