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Pesquisas Ecológicas de Longa Duração: Dinâmicas Biológicas e Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica do Médio Rio Doce – MG. Entomofauna: Coleopteros e Formigas na Serrapilheira e no Solo.

Latest version published by Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr on Aug 21, 2017 Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr

Comparação de dois projetos complementares. Tais projetos se referem a inventários de formigas e coleópteros encontrados no solo e serrapilheira. Os inventários foram feitos nas estações chuvosa e seca, nos anos de 2001 a 2002, do Médio Rio Doce e Alto Rio Doce.

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Universidade Federal de Minas Gerais (2017): Pesquisas Ecológicas de Longa Duração: Dinâmicas Biológicas e Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica do Médio Rio Doce – MG. Entomofauna: Coleopteros e Formigas na Serrapilheira e no Solo.. v1.0. Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr. Dataset/Metadata. https://ipt.sibbr.gov.br/peld/resource?r=pesqquisas&v=1.0

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The publisher and rights holder of this work is Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr. This work is licensed under a Creative Commons Attribution Non Commercial (CC-BY-NC) 4.0 License.

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Metadata Biodiversidade; Inventário; Serrapilheira; Solo; Mata Atlântica; Entomofauna; Rio Doce (MG).

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Ananda Portela
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Geographic Coverage

Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. Floresta Estacional Semidecidual Submontana (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística, 1991). Floresta Estacional Semidecidual de Terras Baixas. (Oliveira-Filho & Fontes 2000). Meridianos: 42º38’30’’ - 48º28’18’’W e 19º29’24’’ - 19º48’18’’S. Estação Ecológica do Tripuí: entre meridianos de 43° 34‟ 33” de longitude W e os paralelos de 20° 23‟ 45” de latitude S.

Bounding Coordinates South West [-20, -42.9], North East [-19.22, -42.2]

Taxonomic Coverage

Identificados até família.

Family  Cleroidea,  Nitidulidae,  Scolytidae,  Staphylinidae
Genus  Solenopsis,  Pheidole,  Nomamyrmex,  Serycomyrmex

Temporal Coverage

Start Date / End Date 2001-01-01 / 2012-12-31

Project Data

Coleoptera é um dos grupos faunísticos que mais possui representantes em florestas, respondendo por 20% do número total da diversidade de artrópodes (Didham 1998). Com a fragmentação de florestas tropicais, a maioria das espécies de besouros é afetada adversamente. Didham et al. (1998) notou 14% de perda das espécies mais abundantes em resposta a distúrbios antrópicos. As formigas são insetos eusociais extremamente generalistas e possuem uma grande variedade de dietas e comportamentos. Este trabalho visa comparar estudos que envolvem levantamento de formigas e coleópteros nas regiões Médio Rio Doce e Alto Rio Doce.

Title Dinâmica Biológica e Conservação da Biodiversidade na Mata Atlântica no médio Rio Doce -MG
Identifier PELD site 4
Funding Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Processo 520031/1998-9, Edital 001/1997. Co-financiamento a partir de 2002 pelo Programa PROFIX/CNPq, processo 540552/2001-1 FAPEMIG
Study Area Description O trabalho foi realizado em dois locais distintos, no Alto e Médio Rio Doce, em fragmentos preservados de Mata Atlântica. No Alto Rio Doce, a área estudada foi a Estação Ecológica do Tripuí (E.E.T.). Tripuí, nome de origem Tupi, significa “água de fundo sujo”, já que as suas águas rolam sobre leito de pedras e areias negras.(FEAM). Localiza-se em Ouro Preto, MG. Localiza-se no município de Ouro Preto, situado a Sudeste da zona mais industrializada e densamente povoada do Estado de Minas Gerais, denominada Zona Metalúrgica (FEAM). Constitui-se, atualmente, em uma área de aproximadamente 337,0 ha, apresentando-se delineada ao sul e sudeste por cristas elevadas, ao norte e a leste pela rodovia dos Inconfidentes e a oeste, pela linha de interflúvios que seguem em direção à calha de drenagem do córrego Tripuí. Localiza-se entre os meridianos de 43° 34‟ 33” de longitude W e os paralelos de 20° 23‟ 45” de latitude S, correspondendo à porção inferior da sub-bacia do córrego Botafogo (FEAM), entre as altitudes de 1280 m e 1450 m (IEF 2001). O domínio climático é do tipo mesotérmico, com inverno seco, com temperatura média anual de 18º C. “A Estação Ecológica do Tripuí está inserida em uma região de domínio climático do tipo Subtropical Moderado Úmido, segundo Golfari (l975) e do tipo CWb, segundo a classificação de Köppen. Este clima, com precipitações abundantes no verão, cujas médias variam de l450 a l800 mm, aliado ao fator estrutural e litológico, foi o responsável pela conformação do relevo regional e local, caracterizado pelo alto grau de encaixamento da drenagem. As temperaturas são frias com a média anual variando de l7° a l8,5° C, chegando a atingir nos meses mais frios, l3,5° C. Observações locais já registraram índices de temperaturas inferiores a 0° C, com ocorrência de geadas. Situa-se na área de transição entre os “Domínios da Floresta Atlântica e dos Cerrados”. Domínio (Ab‟ Saber, l977, sensu stricto) ou Província Geográfica (Fernandes & Bezerra, l990, sensu stricto ) pode ser definido como uma “área geográfíca comum das formações dominantes regionais que se associam entre si e 20 na qual a evolução progressiva da vegetação conduz à uma mesma comunidade final -clímax. Nesta área de transição ocorrem as fisionomias típicas dos dois “Domínios” (Rizzini, l979; Fernandes & Bezerra, l990), além de áreas de contato entre as diversas fisionomias, enclaves vegetacionais e fisionomias peculiares à região como o “candeial”, as áreas úmidas (principalmente brejos permanentes e estacionais) e os campos ruprestres. Na circunscrição da E.E.T. ocorrem florestas mesófilas, campo limpo e campo sujo de cerrado, brejos permanentes, áreas de transição entre os tipos citados, áreas com sucessões secundárias (naturais e antrópicas ) e áreas cultivadas.” (FEAM). No Médio Rio Doce foram estudadas formações florestais referentes ao sítio PELD04 do projeto de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração PELD04: Mata Atlântica e sistema lacustre do Médio Rio Doce. Pertencente à Bacia do Rio Doce. Inclui Parque Estadual do Rio Doce (PERD), e seus entornos. A bacia hidrográfica do Rio Doce abriga uma população de cerca de 3,1 milhões de pessoas distribuídas em 221 municípios. Originalmente totalmente recoberta com vegetação característica de matas semideciduais ou perenifólias pertencentes ao bioma da Mata Atlântica, possui altíssima riqueza e diversidade biológica, além de abrigar um grande número de espécies de distribuição restrita a esse grande ecossistema (Fonseca, 1997). Atualmente apresenta-se como um mosaico de fragmentos florestais, pastagens, monoculturas de eucaliptos e aglomerações urbanas. Os principais impactos ambientais presentes na bacia são o desmatamento, a mineração e a poluição hídrica por parte de indústrias siderúrgicas (Paula, 1997). A bacia do rio Doce tem uma área total de aproximadamente 82.000 Km2, dos quais 86% pertencem ao Estado de Minas Gerais, e o restante ao Estado do Espírito Santo. O trecho mineiro do rio Doce é de aproximadamente 608 km. Esse curso d’água nasce num dos contrafortes da Serra do Espinhaço, no município de Ressaquinha, a uma altitude aproximada de 1.220 m s.n m., com o nome de rio Piranga. Conserva esse nome até a confluência com o rio do Carmo, quando passa a denominar-se rio Doce, até desaguar no Oceano Atlântico (CETEC 1983). Uma característica de fundamental importância na delimitação de micro-habitats no PERD é a existência de um sistema de 142 lagoas. As lagoas são originárias de uma paleodrenagem do Rio Doce, com evolução geomorfológica e biológica particular, ocupando aproximadamente 6% da área total do PERD (CETEC, 1981). O PERD está inserido na unidade geomorfológica caracterizada como Depressão Interplanáltica do Rio Doce, apresentando altitudes que variam de 230 a 515 m, onde prevalecem duas formas de relevo: as colinas, em sua maioria convexas, originadas da dissecação fluvial de superfícies de aplainamento, datadas do Terciário Superior e Pleistoceno, e as planícies (Gilhuis, 1986; SIF 1990a). A vegetação do parque pode ser considerada do tipo Floresta Estacional Semidecidual Submontana caracterizada por uma percentagem de árvores caducifólias entre 20 e 50% (LOPES, 1998; VELOSO et al., 1991). No entanto, pelo menos 10 categorias vegetacionais podem ser identificadas no Parque do Rio Doce (GILHUIS, 1986): Mata alta primária com epífitas, mata alta, mata média alta com bambuzóides e graminóides, mata média secundária com bambuzóides e graminóides, mata baixa secundária, arvoredo baixo, campo sujo, samambaial, taboal e vegetação de higrófitas. Embora quase todo o parque seja constituído de vegetação em bom estado de preservação, apenas 8,4% da área é considerada mata alta primária (GILHUIS, 1986). Boa parte da vegetação é secundária tendo se desenvolvido após a ocorrência de queimadas, principalmente na década de 60. No entanto, mesmo nestas áreas de desenvolvimento secundário são encontrados indivíduos de diversas espécies que pelo seu grande diâmetro e altura são claramente sobreviventes destes incêndios (LOPES, 1998). O clima do PERD é do tipo Aw, segundo a classificação de Köppen, caracterizando um clima tropical úmido de savana, megatérmico. O regime pluviométrico apresenta uma estação chuvosa e uma estação seca bem definidas, com precipitações variando entre 235 a 9 mm, em dezembro e agosto, respectivamente (SIF, 1990b). A precipitação anual é de 1480 mm e a média da temperatura do ar é de 21,9 ºC com máxima de 40 ºC no verão e mínima de 3 ºC no inverno (Gilhuis, 1986 apud Andrade et al., 1996). Os solos predominantes são aqueles com horizonte B textural e Latossolo B com textura argilosa, álico, distrófico, com acidez de média a alta (CETEC, 1981). O isolamento do Parque torna esta área de extrema importância como banco genético, fonte potencial de informações e fator de manutenção das condições ecológicas da região. Fora dos limites do Parque predomina a vegetação de eucalipto (Eucalyptus sp.), e em pequena escala, áreas de pasto, agricultura e florestas naturais.
Design Description O objetivo foi medir a riqueza e a abundância das assembléias de coleópteros e formigas existentes no solo das diferentes áreas estudadas, ecótones e matas, e comparar os diferentes tipos de matas e estágios sucessionais dentre e entre estas regiões. A hipótese é de que habitats de ecótone teriam maior riqueza de espécies, porém com uma composição de espécies menos exigentes quanto às condições ambientais. Foram comparadas áreas de matas primárias e secundárias com ecótones de mata com aceiro e com lagoas naturais.

The personnel involved in the project:

Principal Investigator
Sérvio Ribeiro
Principal Investigator
Marco Carneiro
Content Provider
Sabrina Almeida
Content Provider
Igor Coelho
Content Provider
Syomara Melo
Content Provider
Cinthia Costa

Sampling Methods

As coletas foram realizadas com armadilhas de solo, e os dados analisados são provenientes de dois desenhos amostrais distintos, um no Trupuí, outro no PERD (Parque Estadual do Rio Doce). No Tripuí foram realizadas três coletas na estação seca e uma na chuvosa: em julho, agosto, e setembro de 2001; e janeiro de 2002. Foram feitos 6 transectos de 50m com 10 armadilhas, em seis áreas distintas e divididas entre mata com dominância de Vanillosmopsis erytropappa (Trevo, Fortes) e mata sem dominância da candeia (Repolheiro, Macacos, Apiário, e Pomar - matas mistas). Em cada local foram feitos transectos de 50 m com 10 armadilhas, distantes entre si a cada cinco metros. No PERD foi realizada uma coleta em cada estação. Em setembro de 2001 e janeiro de 2002. Foram feitos transectos de 150m com 30 armadilhas em dez áreas diferentes (total de 10 transectos), sendo divididas em sete áreas de mata (4 primárias e 3 secundárias) e três áreas de ecótone (1 mata com aceiro e 2 orlas de lagoa). Todas as armadilhas eram deixadas pelo período de sete dias.

Study Extent No Tripuí foram realizadas coletas em seis locais distintos: Trevo, Fortes, Repolheiro, Macacos, Apiário, e Pomar. Trevo e Fortes possuem matas com dominância de candeia (Vanillosmopsis erytropappa). Repolheiro, Macacos, Apiário, e Pomar, possuem matas mistas. Na área do Pomar, antigamente utilizada para o cultivo de espécies frutíferas, pode-se observar atualmente uma sucessão secundária, na qual as espécies nativas estão ocupando gradativamente o lugar das espécies cultivadas, com uma clara tendência de recuperação da floresta. Encontram-se ainda áreas com cultivos de subsistência (hortifrutigranjeiros) próximas às residências dos moradores da Estação. No PERD foram realizadas coletas em seis locais diferentes: Trilha da Tereza, Trilha do Gambá A, Trilha do Gambá B, Orla do Gambá ou da Lagoa do Bispo Dom Helvécio, Orla da Lagoa Bonita, e Salão Dourado. A mata da Lagoa do Meio é conhecida como mata Tereza. Situa-se na região centro oeste do Parque é considerada mata primária, possui estrato arbóreo bastante descontínuo com árvores muito altas espaçadas e um sub-bosque desenvolvido com muitas taquaras. A área Bonita e Gambá são ambas florestas que se situam ao Sul do Parque. São áreas consideradas de vegetação secundária baixa com predomínio de bambus. A área Bonita situa-se entre a Lagoa Dom Helvécio e a Lagoa Bonita. A Mata do Gambá é baixa e aberta, com fisionomia savanóide. Situa-se entre a Lagoa Dom Helvécio e a Lagoa do Gambá. A Lagoa Dom Helvécio situa-se na porção sul do Parque Estadual do Rio Doce. É a maior lagoa do parque. A mata é caracterizada por uma formação secundaria próxima a área de brejo, possui árvores de portes variados.A orla da Lagoa do Bispo Dom Helvécio é um ecótone abrupto natural, ocorrendo vegetação de borda de mata com vegetação da orla da lagoa. Na orla encontra-se uma população de Byrsonima sericea (conhecida como “murici”). Indivíduos desta espécie de planta possuem altura vaiando entre 10 a 20m e forma de vida heliófila. É uma espécie de ampla distribuição geográfica ocorrendo em ambientes de matas, restinga e até matas ciliares, sendo predominante nas áreas mais ensolaradas e na periferia de Florestas Ombrófilas Densas (Lorenzi 1992). Dentro do parque, é muito comum nas bordas dos lagos (altura entre 5-8m) e em região de mata (altura média de 20m) onde havia antigos escoadouros (baixadas mais úmidas). O Salão Dourado é um ecótone antrópico. Se refere a borda de mata secundária degradada, borda, com aceiro, junto à brejo e capoeira. Encontra-se uma população de Mabea fistulifera (também chamada de “canudo de pito”). Indivíduos desta espécie planta pode alcançar até 20m de altura. É uma espécie decídua, heliófila, de crescimento rápido e taxas reprodutivas elevadas (Lorenzi 1992). Esta espécie é comumente encontrada em florestas secundárias (altura variando entre 10-20m) ou em ecótones de florestas e pastagens (ou campos naturais) com altura variando entre 4-8m na região do Parque Estadual de Rio Doce.
Quality Control As diferenças amostrais entre os dois protocolos de coleta (estações chuvosa e seca) foram analisadas por um procedimento de Monte Carlo modificado.

Method step description:

  1. Após recolhidas, as amostras foram triadas, os insetos identificados ao nível de família e separados em morfoespécies.

Additional Metadata

Este recurso faz parte do projeto Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD). O projeto em questão reúne um conjunto de propostas de pesquisas ecológicas: aborda aspectos genéticos, faunísticos, florísticos, e limnológicos, da biodiversidade, além de elencar questões econômicas, sociais, e conservacionistas, envolvendo educação ambiental. O PELD têm como objetivo geral o desenvolvimento de estudos ecológicos de longa duração voltados ao inventário e propostas de conservação da biodiversidade de grupos de organismos aquáticos e terrestres, considerando-se os processos ecológicos responsáveis pela manutenção desta biodiversidade. Complementarmente, estudos voltados para os aspectos sócio-econômicos da região bem como um programa de educação ambiental foram conduzidos, visando particularmente uma avaliação dos principais impactos antrópicos da bacia, sua discussão com os diferentes segmentos da sociedade, na busca de propostas de solução e subsídios para a conservação e uso sustentável dos recursos naturais da região. “O Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (PELD) representa uma iniciativa pioneira e uma visão estratégica do Governo Federal, ao articular, desde 1999, uma rede de sítios de referência para a pesquisa científica no tema de Ecologia de Ecossistemas. “Atualmente, a rede PELD conta com 30 sítios de pesquisa distribuídos em diversos ecossistemas. Contando com um destaque orçamentário específico no Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal desde 2000, o PELD é executado pelo CNPq. Atualmente, conta com apoio financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e de onze Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa. A sua estrutura de gestão é estabelecida pela Resolução Normativa nº 23/2011, que define os Comitês Gestor e Científico do Programa e as suas atribuições. São realizadas periodicamente ações de Acompanhamento & Avaliação dos projetos de pesquisa e do Programa, visando uma eficiente gestão do conhecimento gerado, assim como o constante aperfeiçoamento desta importante iniciativa.”(CNPQ)

Purpose Reaproveitamento dos dados por parte de estudantes, pesquisadores, poder público, e a sociedade em geral, para finalidades múltiplas. Compartilhamento de informações biológicas e ecológicas, com o intuito de possibilitar novas análises dos dados por outros pesquisadores, promovendo o desenvolvimento e evolução da ciência. Disseminar conhecimento ecológico, biológico, científico, e histórico. Estimular e promover o senso de importância da área de estudo.
Maintenance Description Quando for necessário
Alternative Identifiers https://ipt.sibbr.gov.br/peld/resource?r=pesqquisas